Mas não para uma praia qualquer: era St. Kilda Beach, um lugar com um ecossistema muito variado de seres humanos que nós, reles brasileiros e farofeiros profissionais, não conseguimos decifrar.
Mais do que uma areia um pouquinho mais grossa do que a nossa, ou o cascalho de concha triturada, estranhamos aquelas pessoas. Elas não têm aquele esquema tático montado: acorda - passa protetor - pega o guarda-sol e as cadeiras - lembra do frescobol - e vai croquetar na areia.
São várias as perguntas que nos vêm à cabeça:
Por que estão acampando aqui? Por que esse cara atolou a sunga no rabo? O que faz esse indiano de terno na beira da praia? Reunião com as gaivotas? Gaivotas? Que bicho é esse?
Essas e tantas outras perguntas acabam roubando a atenção da praia, que não é lá tão bonita, mas tem uma ~badalação~ em volta. Acho que para os moradores de Melbourne ela funciona como um parcão com água. É um evento social (que, repito, onde as bizarrices destoam). Como nem eu nem a Clara somos de badalação, apenas almoçamos, torramos um pouquinho e fomos embora.
Ah, tinha uma feirinha na chegada da praia. Uma espécie de brique da redenção. Ou seja, um monte de ripongagem.
Enfim, foi divertido. Seguem as fotos, galerinha. =)
Tram lotado na ida
Brique
Vista do brique
A única banca interessante do tal brique (mas a Clara gostou de várias outras)
Lugar onde descobri que tenho medo de roda gigante
Teatro na beira da praia
St. Kilda Beach
Turistando
Calçadão
Navegadora
St. Kilda Beach 2
Almoço
Fish and chips
Torrando
Clara e uma barraca
Clara e uma baleia
Pernil
Clarissa nas areias de Melbourne
Dando as coordenadas para ir embora
adorei a clarissa nas areias! :)
ResponderExcluire a água, é boa?
beijos!
Queria saber como estão as coisas por Campinas, tu sabe?
ResponderExcluirAh, a água não é tão fria quanto eu pensava, bem tranquilo de entrar. Mas eles devem ter águas mais quentes, porque as pessoas daqui com quem eu falava antes de ir pra praia diziam que a água era muito fria...
Como está a recuperação do Petry? Beijos!