domingo, 15 de janeiro de 2012

Welcome to Melbourne

Até que enfim chegamos. Foram 17 horas de viagem (contando o trecho Sidney-Melbourne). E, pela primeira impressão, valeram MUITO a pena. Bem, começamos a perceber que a viagem seria legal pelo bom humor dos australianos. Já na chegada, na imigração, nos deparamos com funcionários sorridentes, gentis e, assim como nós brasileiros, piadistas. Só não sabemos se o nosso senso de humor é que não é apurado ou se as piadas é que são ruins mesmo. Eles riem, a gente faz poker face e todo mundo sai satisfeito. Ah, na imigração tivemos um pequeno contratempo porque não fizemos uma vacina contra febre amarela (ou iêlo fiba, de acordo com o sotaque australiano). Mas só tivemos que assinar um termo prometendo não adoecer nos próximos 6 dias. Sobre Sidney, não temos quase nada a dizer. Do avião, vimos a Opera House e uma ponte bonita que estampa vários cartões postais da cidade. No mais, só conhecemos o aeroporto, que é bem bonito e moderno. Bem, enfim, chegamos em Melbourne perto da meia-noite. E a primeira coisa a dizer sobre a cidade é o cheiro dela. Não é nem bom, nem ruim. Acho que é algo que toda cidade tem: apenas um cheiro característico. Pegamos um shuttle do aeroporto para a city. Com pouco movimento na estrada, chegamos em 20min no final da linha. De lá, fomos a pé para o hotel. Pouca gente na rua. As pessoas que encontramos e pedimos informações foram sempre superlegais. Talvez estávamos com cara de turistões inofensivos, mas eu não esperava essa receptividade à meia-noite. No hotel, nos deparamos com uma atendente brasileira. Ela nos deu dicas e uma suíte especial ;). Disse que não encontra muitos brasileiros na cidade, pois a grande maioria prefere Sidney. No dia seguinte (hoje), acordamos cedinho pra curtir a cidade. A impressão que tive é de que Melbourne é uma Porto Alegre em termos de tamanho, mas com muita grana e uma arquitetura Vitoriana. Todo mundo é bem vestido, tem bastante gente de olho puxado (vai saber de onde são), um sistema de transporte que funciona, ruas extremamente limpas e mulheres lindas, porém com cara de pornstars (neste momento devo estar tendo uma DR com a Clara, minha musa). Fomos ao super e compramos mantimentos. Depois fomos numa baita loja de departamentos num prédio muito bonito para comprar uns óculos de sol. Só então voltamos para o hotel para encontrar o Malcolm, pai da guria que nos alugou o studio. E tudo ocorreu como o combinado: ele chegou com pontualidade britânica. Um cara aparentemente mais jovem do que imaginávamos e muito gente boa. Nos recebeu animadão e nos levou até o apartamento. Ele abriu as portas, perguntou de onde éramos, desandou a falar coisas para si mesmo (não ouviámos nada) e foi nos apresentando o belíssimo studio da Camilla. Feito isso, pegamos um bonde para o Albert Park, palco do Australian Open. Enfrentamos uma fila, compramos os ingressos e adentramos no complexo. Com um sol violento, assistimos a um jogo feminino: Radwanska x Sand. Polonesa x americana. Curtimos um pouco a vibe (u-hu!) do AusOpen e voltamos para o apê às 14h (agora) para almoçare, postare no blogare & descansare. E é isso que vou fazer agora =) See you leita. PS: as fotos vão empilhadas mesmo. Haja tempo e paciência para organizar de acordo com o post.
Aeroporto de Sidney

Um comentário:

  1. Boas as fotos e o texto, Felipe. Parece tudo muito clean, muito organizado. as ruas, o ape, bem legal.

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